Olá eYeka!

Finalmente, chegou o sol de julho e está na hora de se inspirar com o novo criador do mês. Desta vez, gostaríamos de apresentar a vocês Marcio/mhfrois – um freelancer brasileiro que nos inspirou, principalmente, com suas ideias para os nossos concursos de mobilidade! Vamos conhecê-lo e saber mais sobre o que ele faz durante o tempo livre, suas fontes de inspiração e como ele conseguiu ter 256 propostas aceitas na eYeka!

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Olá, Marcio! Poderia nos falar um pouco sobre você? Qual é a sua história? O que você faz, além das suas criações incríveis na eYeka?

Desde criança, tenho uma imaginação muito fértil. Adorava ler quadrinhos, ver desenho animado e assistir à TV. Depois, andava pelo bairro, criando a minha própria história de herói, me divertindo até quando estava sozinho. De certa forma, eu era aquele menino do desenho “O fantástico mundo de Bob” hahahaha! Quando cresci, acabei fazendo carreira na área de publicidade. Trabalhei por 11 anos em uma instituição cultural da minha cidade. Daí, um amigo me convidou para ser seu parceiro na agência dele, onde fiquei por 2 anos. Atualmente, estou em uma empresa de tecnologia, mas continuo a atender os meus clientes como freelancer.

Faz pouco mais de um ano que você é membro da eYeka. Poderia nos dizer quando e por que decidiu entrar nesta plataforma?

Meu outro grande amigo budista, Alexandre Godoy, é membro da eYeka desde 2011. Ele trabalha com vídeos, mas não tinha muito tempo para dedicar à plataforma. Em 2016, ele teve a intuição de me chamar para participar de um concurso com ele e dividir o prêmio. Desde então, trabalho em uma grande agência de publicidade, com clientes multinacionais e jobs empolgantes. Eu realmente precisava resgatar a minha criatividade, pois nem sempre dá para trabalhar em casa. E participar dos concursos na eYeka me deu a possibilidade de deixar a imaginação fluir no limite, sem restrições exageradas.

Você poderia compartilhar o seu processo criativo nos concursos eYeka? O que te inspira?

No início, eu estava tão feliz que participava de todos os concursos. Depois de certo tempo, percebi que o ideal era selecionar os jobs com os quais eu mais me identificava e focar neles. Afinal, há muitas propostas por mês. Depois de escolher os concursos, salvo o briefing no telefone pelo GOOGLE KEEP e releio várias vezes, pois já fui desqualificado algumas vezes por falta de adequação com o briefing. Durante o dia, quando tenho uma ideia, abro o aplicativo e anoto. De noite, em casa. Faço um pouco de pesquisa na internet sobre a marca, seleciono umas fotos em bancos de imagens virtuais e procuro tecnologias que podem me ajudar a criar algo novo, no caso de projetos de ideias inovadoras. No fim, escrevo todas as ideias e seleciono uma ou mais, desenvolvendo o texto e respondendo às perguntas. Só depois é que começo a criar a parte visual.

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Em apenas um ano, você tem 256 propostas aceitas e 4 prêmios! Parabéns! Como você consegue? Qual é o seu processo de criação?

Muito obrigado!!! Sempre que recebo o e-mail dizendo “A SUA PROPOSTA FOI ACEITA”, sinto a minha energia no máximo, é incrível. Do que li sobre criatividade, é um processo não contínuo, que acontece gradualmente. Depois de ler o briefing, faço uma pesquisa sobre a marca e sobre as tecnologias, procuro as imagens na internet e depois deixo a ideia de lado por um tempo e, gradualmente, vou pensando em uma solução criativa. Eu me lembro do meu primeiro prêmio, “Vida estável e apaixonante”, em julho de 2016. Tive a ideia enquanto descansava depois do almoço, sentado em um banco. Foi como um flash, uma iluminação muito rápida. Claro que acontece de eu ficar muito empolgado com um job, de realmente achar que tenho chances de vencer e, no fim das contas, não dá em nada. Mas o importante é que também fico feliz quando outros participantes vencem. Adoro escolher as minhas campanhas no mural da comunidade. Há tantas pessoas incríveis participando desses concursos.

Não consigo evitar dizer que sempre que posso, envolvo a minha família no processo de criar para os concursos. Meu filho Júlio Campos, que tem 17 anos (foto), normalmente avalia o meu trabalho, sugerindo ideias e dando opiniões. No concurso para a VICKS VapoRub, a inspiração para a minha proposta veio da minha mãe, Dita Lages de Campos Fróis. Ela tem 77 anos (não tem imagem dela, pois ela não gosta que de sair em fotos!). A ideia foi uma luva de borracha na forma da marca VICKS, para passar a pomada sem deixar o produto entrar em contato com a pele. E é na casa da minha mãe que eu vou todo sábado à tarde criar projetos para a eYeka.

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Meus lindos sobrinhos Fernanda, de 9 anos, e Mariana Fróis Lages, de 7 anos (foto) e Felipe e Giovana Fróis foram as fontes de inspiração para a ideia de uma panela que cozinhava várias comidas diferentes ao mesmo tempo, para o concurso da TEFAL. Minha irmã mais nova, Valéria Fróis (foto), mãe dos dois anjinhos, sempre me ajuda com grandes ideias. Atualmente, ela e eu estamos concorrendo com uma proposta para o concurso NOVA EXPERIÊNCIA COM PERFUME. Vamos ver se a gente teve faro nessa história hahahahahaha! Acho interessante saber e entender como as pessoas de outras faixas etárias pensam em produtos e soluções. As crianças, geralmente, têm uma mente muito livre. Por isso, sempre que tenho a oportunidade, envolvo a família nas “chuvas de ideias”!

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Você tem um projeto preferido, do qual se sente especialmente orgulhoso? Se for o caso, por que esse?

Entre os trabalhos que fiz e não venci, gosto especialmente dos que criei para o concurso “CONEXÃO COM A NATUREZA”, que é um projeto imenso (e muito caro, eu imagino!) e muito criativo. Tive um grande prazer em desenvolvê-los. Outro é o “TRANSPORTE UNIVERSAL GRATUITO”, que é ao mesmo tempo muito futurista e muito realista, pois é uma solução para o transporte no futuro. Depois que o meu primeiro job para este concurso foi rejeitado, enviei um e-mail para o suporte da eYeka, perguntando se podia mandar outra proposta depois do prazo. E bingo! O moderador me deu mais 24 horas e eu consegui mandar uma proposta que foi aceita. Vencer é muito bom, mas também fico muito feliz quando faço algo inspirador, que recebe muitos votos dos membros. Ou quando venço o certificado de participação. Já mandei uma ideia para a eYeka, sugerindo que os jurados deem notas para os trabalhos que não vencem. Seria ótimo!

Quando você começou a sua vida de criador?

Desde pequeno, tenho uma facilidade incrível para brincar com as palavras e fazer trocadilhos. É quase um vício, algo que não consigo evitar. Com 12 anos, venci um concurso de marca, em homenagem ao aniversário de 40 anos da minha escola. Depois de ver O EXTERMINADOR DO FUTURO, com Arnold Schwarzenegger, comecei a escrever filmes de ficção e histórias diversas, por hobby. Até hoje, penso em escrever histórias! Com 23 anos, criei a marca dos 20 anos do curso de publicidade da minha universidade. Sempre que um sobrinho faz aniversário, crio um convite personalizado para a festa – eu adoro fazer isso. Gosto, especialmente, de desenvolver marcas. A marcar OFRB, em anexo, é do escritório de advocacia do meu irmão, Vinicius Fróis. O ícone representa uma aliança vista em perspectiva, simbolizando a união dos quatro parceiros. Tenho muito orgulho desta marca, que é simples e forte, além de ter sido feita para um cliente especial, da família. Para a minha irmã Valéria, adaptei o design da mascote do nosso time de futebol de coração, o CLUBE ATLÉTICO MINEIRO, para fazer um adesivo para a geladeira dela. Nos dias de jogo, nos reunimos para beber e ver uma nova vitória.

O que você conseguiu fazer ou realizar com os prêmios que ganhou?

Eu usei parte do dinheiro para comprar um novo notebook. Com o resto, fiz uma poupança. Em janeiro deste ano, ganhei 3 concursos entre o dia 3 e o dia 18. Foi uma grande surpresa, eu fiquei super feliz!

Meu parceiro Alexandre investiu o dinheiro em um quiosque de sucos naturais, além de guardar uma parte do dinheiro. A gente se encontra 2 vezes por mês para conversar sobre os briefings de concursos de vídeo, que são a especialidade dele.

Se você pudesse descrever a eYeka em 3 palavras, quais seriam?

Motivação, dopamina e fora-da-caixa.

Por fim, que conselho você daria aos novos criadores?

Primeiro, sugiro que vocês selecionem os concursos com os quais mais se identificam. Às vezes, tem um monte de concursos juntos, com o mesmo prazo, e pegar vários ao mesmo tempo pode perturbar a qualidade do processo de criação. Não escolha só pelo valor do preço, siga o seu coração.

Depois, deixe a mente aberta e liberte a imaginação. Elabore o seu próprio processo de criação, fazendo pesquisa e “chuva de ideias”. Busque inspiração nos lugares mais inusitados. A ideia que eu tive para o concurso dos BARBEADORES MANUAIS veio da observação da porta da empresa onde trabalho, que usa um sistema eletromagnético. Quanto percebi isso, tive o insight de criar um cabo de lâmina de barbear com um ímã que conectava a lâmina de forma rápida e prática.

Acredito que todas as pessoas têm um potencial criativo, mas que ele deve ser estimulado de alguma forma para se desenvolver. Pode ser com música, com leitura ou com grandes séries que falam sobre criatividade, como MACGYVER (a dos anos 80 e a atual) e MADMEN, que fala sobre a publicidade nos anos 50. Resumindo, a criatividade é só uma questão de foco na solução. Espero que isso ajude os novos criadores de alguma forma. Desejo a vocês boa sorte e uma “vida longa e próspera”, como diria o meu avatar, o Sr. Spock hahaha. Alohaaaaaaa!!!

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Muitíssimo obrigado por esse tempo que você passou compartilhando conosco a sua história incrível! Desejamos a você muita sorte em todos os futuros concursos da eYeka, assim como na vida criativa.